Isto mesmo sossego, dias tranquilos sem precisar olhar no relógio (celular) para cuidar dos compromissos: Trabalho, psipedagoga, natação horário de visita da casa de repouso onde meu pai mora enfim um monte de horários! Quando vou para lá fico muito relaxada converso um monte com minha vizinha Geninha tomo café proseando dai não sou escrava do horário é tudo de bom. Mas ao retornar para casa em Curitiba me sinto revigorada e sempre querendo melhorar meu estilo de vida por aqui, nem sempre consigo mas tento.
É sempre bom estar nesta cidade, ela guarda uma família que adotei como minha.
A Deus ficarei eternamente grata pôr tê-los como parte da minha vida.
Aprendo muito com a família do Zenir e Geninha, ela uma mulher virtuosa exemplo de uma Leoa quando o assunto é família sempre verdadeira no que sente e faz, Zenir cuidadoso com os seus. Thor uma criança feliz , dia 29 de março fez 8 anos de pura energia, dos netos é o caçula é cuidado e amado por eles , Thiago filho solteiro um ótimo cabeleireiro com habilidades natas para profissão. Rian e Ruan irmãos do Thor netos que também foram cuidados e amados e agora seguem seus destinos em Curitiba.
Zenir a um mês está se restabelecendo de uma cirurgia de retirada de um dos rins, sua recuperação está sendo ótima, estar em Guaraqueçaba só por sua beleza não me faria retornar, a saudade de ficar com eles sim, sempre me trás. Longas conversas com minha irmã de coração a paz do convívio com eles me acalenta sempre.
Marília Mendonça morre aos 26 anos em queda de avião em Minas Gerais
Mais quatro pessoas morreram na queda, que ocorreu nesta sexta: o produtor Henrique Ribeiro, o tio e assessor da cantora Abicieli Silveira Dias Filho, o piloto e o copiloto do avião. Ícone do feminejo, artista era uma dos nomes mais populares do gênero no país.
Com imenso pesar, confirmamos a morte da cantora Marília Mendonça, seu produtor Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, do piloto e copiloto do avião, os quais iremos preservar os nomes neste momento. O avião decolou de Goiânia com destino a Caratinga (MG), onde Marília teria uma apresentação esta noite", informou a assessoria da cantora (leia mais abaixo sobre o acidente).
As músicas de Marília Mendonça arrebataram o Brasil com letras e melodias intensas e românticas. Considerada uma das artistas mais populares do sertanejo, ela liderou uma reviravolta feminina no gênero, que impôs mulheres como protagonistas do estilo até então dominado quase apenas por homens, a partir de 2016, no chamado "feminejo".
O ator e humorista Paulo Gustavo, um dos artistas mais populares e admirados do país, morreu nesta terça-feira (4), aos 42 anos, vítima de Covid-19. Criador de Dona Hermínia e de outros personagens inesquecíveis no teatro, na TV e no cinema, ele estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio
Madrugada chega e não consigo deixar o corpo e mente descansar, o medo é mais forte deixando de ser passageiro.
Separação, meus cinquenta e cinco anos fazendo presença toda vez que me olho no espelho , pandemia que mudou a rotina dos meus dias, estar errando com minha filha, não ter dinheiro, amizade que acabou sem explicação, medo de perder minha mãe, não poder mudar as vezes que errei com meus filhos.
Enfrentamos uma ansiedade coletiva. O universo que somos está gravitando em torno de medos e inseguranças. Estamos ávidos por alguém que nos indique um caminho, mas não há. Há muito tempo a humanidade não sentia tão profundamente as consequências de sua desumanização.
Covid-19: por que a pandemia saiu do controle no Paraná
Rafael Barifouse
Da BBC News Brasil em São Paulo
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Casos voltaram a aumentar no Paraná, e hospitais lotaram
O infectologista Jaime Rocha decidiu no último dia 30 gravar um vídeo na esperança de que ele se espalhasse pelos grupos de WhatsApp de Curitiba para conscientizar a população.
Começou dizendo que não queria falar mais sobre a covid-19 ou da importância de lavar as mãos ou de usar máscara. "Tenho certeza que vocês já sabem de tudo isso", disse.
O médico queria avisar que estava começando a faltar leitos para pacientes que ficaram doentes por causa do novo coronavírus na capital do Paraná, onde ele trabalha.
"Estamos abrindo mais leitos, abrindo mais leitos… Mas o comportamento das pessoas faz com que o número de casos seja de tal tamanho que nós não estamos dando conta."
Rocha fez então um alerta: se a população não colaborar, aderindo às medidas de controle do coronavírus e evitando aglomerações, o sistema de saúde não suportaria a demanda, pessoas podem morrer por falta de atendimento. Ele terminou com um apelo: "Não estou sendo alarmista, estou sendo realista, e pedindo a contribuição de todos mais uma vez".
Àquela altura, a pandemia de covid-19 havia fugido do controle no Paraná.
O contágio voltou a crescer
A taxa de transmissão do vírus, que estava desde meados de agosto abaixo do patamar mais perigoso, subiu de novo.
Esse índice indica quantas pessoas são infectadas em média por quem já está doente. Se ficar abaixo de 1, o surto caminha gradualmente para o fim. Acima disso, ganha cada vez mais força, e o número de doentes cresce em escala geométrica.
A média móvel da taxa de transmissão leva em consideração os 14 dias anteriores do índice. Ela é considerada por epidemiologistas o valor mais adequado para medir a gravidade da pandemia, porque corrige distorções pontuais dos dados causadas por atrasos e outras falhas na divulgação de resultados dos exames que confirmam os casos.
No Paraná, esse índice voltou a ficar acima de 1 em 6 de novembro e não parou de aumentar até 19 de novembro, quando atingiu o pico de 1,36.
Naquele momento, 100 pessoas contaminavam outras 136, que, por sua vez, infectavam mais 185 e assim por diante.
Não demorou para isso se refletir no número de pessoas que buscavam atendimento médico.
Os casos explodiram
A transmissão elevada leva algum tempo para ser sentida nos postos de saúde e hospitais por causa da natureza do coronavírus.
Uma pessoa infectada demora em média sete dias para sentir os primeiros sintomas. A experiência dos profissionais de saúde mostra que os pacientes costumam depois disso levar mais alguns dias para procurar um médico.
Mas o contágio mais intenso acaba inevitavelmente se transformando em mais atendimentos nos pronto-socorros, e isso é espelhado pelas estatísticas oficiais.
Foi assim no Paraná a partir de 12 de novembro. Naquele dia, a média móvel de casos confirmados ainda era de 1.233, o mesmo patamar das semanas anteriores. Mas, oito dias depois, havia quase triplicado, para 3.569.
Passaram-se mais nove dias, e veio um novo pico: 3.612. Este é o recorde da pandemia no Estado até agora e 75% maior do que o maior índice registrado antes de novembro começar (2.056 casos, em 6 de agosto).
Os hospitais lotaram
Assim como o contágio mais intenso se transforma em mais casos, o maior número de casos uma hora deixa os hospitais lotados. É o que está acontecendo no Paraná.
"Os pacientes estão levando de seis a oito horas para conseguir atendimento nos pronto-socorros e ficam de um a dois dias nas enfermarias até conseguirem ser internados", diz Jaime Rocha, que trabalha em dois hospitais privados de Curitiba.
O número de pacientes com covid-19 ou suspeita da doença que esperam por uma vaga de enfermaria ou UTI em hospitais públicos de Curitiba ou da região metropolitana da cidade vem crescendo.
A fila chegou a 120 pessoas na última quarta-feira (2/11), segundo o governo de Ratinho Jr. (PSD).
A Secretaria Estadual de Saúde diz que elas recebem assistência médica em outras unidades de saúde enquanto aguardam e que está ampliando o total de leitos da rede.
A taxa média de ocupação no Estado era de 89% na sexta-feira (4/11), mas chegava a 96% na capital, onde hospitais já anunciam restrições de atendimento por não estarem dando conta da demanda.
"A gente já esperava um aumento de casos", diz Rocha, "mas não tão cedo e não tão rápido."
O que aconteceu?
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O governo de Ratinho Jr. (PSD) instaurou um toque de recolher para reduzir o contágio
Fechou cedo demais?
"O Paraná fechou tudo cedo demais", avalia o epidemiologista Nelson Arns, que é coordenador internacional da Pastoral da Criança e mora em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, e trabalha na capital.
As primeiras infecções no Estado foram confirmadas em 12 de março, quando havia 200 casos no Brasil. O governo paranaense decretou medidas de isolamento social alguns dias depois.
As aulas foram suspensas em escolas e universidades públicas, e foi recomendado o mesmo para a rede privada. Teatros, cinemas, bibliotecas e museus foram fechados. Eventos culturais não puderam mais ser realizados.
Servidores passaram a trabalhar de casa, e foi pedido à população que não saísse às ruas, entre outras medidas que buscavam conter a epidemia.
"Não havia nem transmissão comunitária no Estado ainda", diz Arns, que é doutor em saúde pública. O epidemiologista faz referência ao termo que define quando um vírus está circulando livremente entre as pessoas.
Se isso acontece, o contágio não ocorre mais só no contato entre pessoas que já convivem, como familiares e amigos, mas também em situações comuns do dia-a-dia, entre desconhecidos.
Arns opina que, em um primeiro momento, não deveriam ter sido aplicadas medidas de isolamento social, mas de distanciamento, que são menos restritivas.
"A carga ficou pesada demais e, de certa forma, insuportável, principalmente para os jovens", diz.
'Testou bem, mas não o suficiente'
O secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, diz que o Estado não foi o único a tomar medidas desse tipo na época e afirma que o governo achou melhor tomar a frente do processo.
"As prefeituras começaram a correr, de forma desorganizada, tomando decisões individuais. Entendemos que as medidas tinham que ser generalizadas", afirma Preto.
O secretário diz ainda que o Estado é um dos que mais testam no Brasil. "Somos o primeiro ou segundo em exames PCR", afirma Preto.
Esse tipo de exame detecta a presença do vírus no organismo para confirmar se uma pessoa está ou não doente e deve ser usado em uma testagem ampla, diz a Organização Mundial da Saúde (OMS), para identificar os casos e interromper a cadeia de transmissão do vírus.
Os dados oficiais sobre o número de testes feitos a cada 100 mil habitantes mostram de fato que o Paraná testou bem acima da média brasileira. Em alguns meses, o índice local foi o dobro do nacional.
Mas o Estado ainda assim apresenta taxas 70% a 85% menores do que os dos países que mais testam no mundo, como França, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos e Rússia.
"Dentro da realidade do país, o Paraná testou bem, mas, em relação ao que deveria ser feito, segundo a OMS, não foi o suficiente", diz Arns.
Pandemia longa, população exausta
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Ônibus com sinal em que lê use máscara em Curitiba; Paraná testou mais do que a média nacional, mesmo que em índice abaixo de outros países
"Você vai achar opiniões das mais diversas sobre o que foi feito, mas até agora viemos controlando a pandemia", afirma o secretário Beto Preto.
O epidemiologista Nelson Arns concorda que houve impacto positivo da quarentena precoce do Estado.
Isso conseguiu conter uma explosão de casos em um primeiro momento e evitar um colapso do sistema de saúde. O Paraná chegou a ser um dos menos afetados no país pelo coronavírus.
A menor intensidade da epidemia local e a piora em outras partes do país fizeram com que tivesse apenas o 22º maior número de casos entre os 27 Estados e o Distrito Federal em meados de junho. Mas, então, o número de casos começou a aumentar.
Ao mesmo tempo, a crise arrefeceu em outros Estados, e o Paraná foi subindo posições no ranking da pandemia brasileira, mesmo com o endurecimento temporário das medidas de isolamento por 14 dias em julho.
Em agosto, já era o 14º Estado com mais casos. Dois meses depois, era o 10º. Hoje, está em 8º, com mais de 294 mil infecções confirmadas.
"Tudo isso levou a uma exaustão", destaca Arns. Um dos efeitos disso é que é cada vez mais comum o descumprimento das medidas de controle da pandemia, diz o epidemiologista.
"Há uma parte da população que tem cumprido, mas também tem os negacionistas e aqueles para quem você explica os cuidados e não adianta. Aí você liga para a casa do paciente para dar o resultado positivo do exame e descobre que ele está na rua. Ou liga para fazer o acompanhamento de quem está doente e ouve que a pessoa foi visitar os pais, porque achou que não tinha problema por não estar se sentindo mal."
O paranaense não ficou em casa
Os dados da empresa In Loco, que faz o monitoramento do isolamento social pelo país com base nos dados de geolocalização de celulares, apontam que, mesmo antes, o paranaense não ficou em casa.
O índice mais alto registrado no Estado nunca passou de 45% em toda a pandemia e, desde junho, está abaixo de 40%. Em setembro e outubro, chegou ao patamar mais baixo, 36%. Voltou a subir um pouco, para 38%, em novembro.
"Se isso fosse suficiente, a gente não estava nesse caos", avalia Viviane Hessel, consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia que atua no Paraná.
Ela diz que ouve sempre histórias de pacientes com covid-19 que saíram de casa ou de quem acha que por ser jovem ou não ter outras doenças podem pegar que vai ficar tudo bem.
"Elas esquecem que podem passar a doença para outras pessoas", afirma Hessel, que é presidente da Associação Brasileira dos Profissionais em Controle de Infecções e Epidemiologia Hospitalar.
Além disso, um fator positivo para o Paraná agora se vira contra o Estado. Como havia sido menos afetado antes, o número de pessoas que já foram infectadas ainda é baixo.
Esse índice chega a no máximo 20%, aponta Hessel. Com isso, menos gente tem imunidade contra o coronavírus, que se espalha facilmente.
Soma-se o relaxamento de medidas em Curitiba no final de setembro com a tendência de queda de casos até então, uma sequência de feriados em outubro e novembro e as eleições municipais.
"Os governos foram flexibilizando. Até cinemas e museus reabriram. Tudo isso deu uma sensação que a crise havia passado", diz Nelson Arns.
"As pessoas relaxaram", concorda Hessel, "e a gente viu uma movimentação bem maior do que poderia esperar."
A Prefeitura suspendeu o funcionamento de bares, casas noturnas e festas. Restaurantes, shoppings e o comércio de rua continuam funcionando, mas com restrição de horários.
Foi adotado ainda em todo o Estado um toque de recolher, entre 23h e 5h, até o próximo dia 17. O governo estuda fechar praças e parques. Também recomendou que os servidores estaduais passem a trabalhar de casa.
"Estamos tentando reduzir a circulação do vírus, e especialmente impedindo o funcionamento de bares e baladas, porque 30% dos novos casos estão entre os mais jovens", diz o secretário Beto Preto.
Mas ele reconhece que a aplicação destas medidas são cada vez mais difíceis com o prolongamento da pandemia.
"Há, sim, uma exaustão. São nove meses, né? As pessoas querem ter a sua vida normal de volta. Mas estamos ampliando as ações de conscientização."
A médica Viviane Hessel diz que a experiência até agora mostra que a pandemia não vai acabar só com o isolamento social. "Mas vai ser ainda mais difícil sem isso", afirma.
O infectologista Jaime Rocha explica que as medidas contra a pandemia costumam levar de duas a três semanas para reduzir o número de casos. "A gente não vai conseguir frear esse trem desgovernado do dia para a noite."
Enquanto isso, ele trabalha e espera que as medidas tenham sido tomadas a tempo e que os alertas dele e de seus colegas surtam efeito para que o Paraná consiga evitar o pior.
Oração:Senhor Deus, ainda que as adversidades se levantem contra mim, ainda que eu não alcance o resultado que eu espero, e mesmo que as coisas pareçam tão difíceis a ponto de me fazer pensar em jogar tudo para o alto, ainda assim, eu quero poder me alegrar, e glorificar ao Senhor, porque em Ti, eu sei que as tribulações são passageiras, e que logo o Senhor me trará a vitória. Obrigado pela Sua fidelidade. Eu oro em nome de Jesus. Amém.
Não esqueça da alma!
A vida diária, comida, bebida, moradia e vestimentos ocupa-nos tanto tempo que não temos mais tempo para nossa alma. Observamos hoje que muitas pessoas até esqueceram que tem alma, um ser interior, que se pode abafar por algunm tempo, quando estamos ocupados demais com coisas materiais. Jesus falou de um homem que pensou somente nas coisas terrenas e encheu seus celeiros. Mas ele tinha esquecido sua alma, e a Biblia diz dele em Lucas 12:20:" Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?" Você precisa se alimentar da palavra de Deus, isso quer dizer: ler ou ouvir a Palavra de Deus. Pois só ela nos ensina como podemos viver felizes aqui hoje a terra e estar preprarado quando temos que partir daqui. Somente quem vive sua vida sujeita à Palavra de Deus não vai se enganar. Se você se orientar por um relógio que não anda direito, mesmo minuto nesse relógio var se enganar. Pois o relógio estava errado . Está na hora de você deixar essa maneira de viver: uma vida enganosa. A Palavra de Deus diz em João 5,23: Em verdade , em verdade vos digo quem ouve minha palavra e crê naquele que me enviou tem vida eterna, não entra no juízo final, mas passou da morte para vida". Não esqueça sua alma, e submeta a Jesus Cristo e crê Nele e você vai ser uma pessoa feliz e satisfeita. Essa vida feliz começa quando você confessa os seus pecados diante de Jesus e entrega a sua vida a ele.