segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Descobri que...

Deus é o meu 1º amor, que sou pecador mas tenho esperança na vida eterna.
Este mundo é uma passagem bem curta.
Minha decepção é ter perdido muito tempo com coisas ou algo que não me levaram a Deus.
Gostaria de não ter perdido nenhuma Benção,
pois Jesus deu sua vida para que eu tenha vida eterna.
Deus na minha vida?
-24 horas.
Amo a minha nova vida de luz amor esperança.
Precisei morrer para esta vida para entender o verdadeiro motivo que estou aqui.
Me realizo quando tenho oportunidade de falar dele de sua bondade do seu perdão e o quanto é misericordioso para quem o procura. É na oração que nos prostramos ao nosso melhor amigo.
Nas batalhas na minha vida Deus é o general.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Depois do indie, o foodie

Apego às tradições, pureza e dificuldade de acesso. como na música, esta é a marca da nova obsessão dos alternativos: a comida

por Wendy Fonarow

Desde que nosso cotidiano passou a ser dominado por uma certa cyber realidade, dois assuntos se tornaram o principal meio para expressar o gosto e personalidade de alguém: a música e a comida. Por isso é que, assim como a música indie, o movimento contemporâneo chamado foodie tem valores bem parecidos com os daquele pessoal que gosta de música alternativa e presta atenção em todo o processo de produção de um disco, desde o estilo de quem o faz até a maneira como ele chega ao mercado.

A palavra indie é um diminutivo usado em oposição aos valores e práticas das grandes corporações. Os indies preferem pequenas operações, independentes e locais, que sejam autossuficientes e cultivem valores como simplicidade, pureza, antipatia ao que é sintético. Além disso, nutrem um desejo de autenticidade, uma saudade do passado. Todas estas preocupações, agora, são compartilhadas por uma nova geração de obsessivos por alimentos que querem saber como a comida é feita, o quanto ela é local e autêntica. Produtos artesanais são a personificação dos valores centrais da música indie. O artesanal invoca o artesão que cria um produto do começo ao fim, exatamente como era antes da industrialização, em que se imagina que existiam produtos mais puros e menos modificados pela tecnologia.

Os rótulos dos alimentos artesanais recapitulam a ideologia indie em todos os momentos: de origem local, de propriedade independente, quantidades limitadas, métodos, tradição e ingredientes puros e simples. Mais importante: a comida deve ser orgânica, sem conservantes ou processos sintéticos. Há uma rejeição a produtos químicos que permitem às empresas enviar comida para muito longe com datas de validade infinitas. Empreendedores de alimentos artesanais devem ser pequenos, locais e produzir comida fresca com métodos que você poderia fazer em casa.

Nik Neves
Crédito: Nik Neves

Na comida indie, a cozinheira artesã usa matérias-primas originais que não são amplamente distribuídas, nem facilmente encontradas, semelhantes à prensagem de edições limitadas de vinil ou cassetes. Quanto mais raro o alimento, mais aumenta seu capital cultural. E quanto mais exótico e difícil de obter, mais desejável ele é. Tudo isso destaca o elitismo tanto dos ditos conhecedores de alimentos como os da música. Em seu discurso crítico, os indies sugerem que têm a perspicácia estética para saber qual é a melhor cozinha. O esforço de cada um para encontrar sempre algo desconhecido cria um senso de propriedade sobre o produto e, portanto, um sentimento de perda se a comida ou a música tornam-se conhecidos. Se uma cozinha ou banda se torna popular, muitos irão declarar que ela não é tão boa como costumava ser.

Uma parcela do público assiste aos shows através da lente de um celular: música ao vivo agora é mediada por um desejo de produzir a prova da experiência. Durante as refeições, os indies costumam fotografar as pessoas comendo. E colocar as imagens nas redes sociais antes da primeira mordida.

O fato de que filosofias semelhantes apareçam na música e comida não é nenhuma surpresa, uma vez que estes princípios são valores de toda a sociedade. Simplicidade, desconfiança de uma autoridade centralizadora e o desejo de retornar a um passado idealizado deve parecer familiar como são os princípios fundamentais do protestantismo — aqui articulados em formas acústicas e culinárias.

Revista Galileu

Velhice sem mistérios


ENSINAMENTOS

Cabelos brancos, pele molinha, passos mais lentos. Para uma criança, a figura do idoso ainda causa mal-estar, confusão, pena ou até mesmo repulsa. A convivência com os avós, neste sentido, tem a capacidade de ensinar aos mais novos noções importantes sobre o processo de envelhecimento e mostrar que o declínio do corpo e dos reflexos são um processo natural.

“Isso [a proximidade entre gerações] é importante para que as crianças entendam o sentido de finitude, de limitações e perdas que a velhice traz. Essa convivência tem o poder de despertar essa consciência, dá a oportunidade de se conceber o fim”, avalia a psicóloga Mariana Zilli Calabresi. Como lembra a especialista, este é um privilégio que os avós de hoje, que precisam lidar com o envelhecimento, não tiveram quando crianças.

Essa proximidade, inclusive, não deve despertar receios nos pais de proteger os filhos da dor e do medo supostamente causados pelas limitações e pela separação. Se o avô está doente, esta é uma boa hora para falar sobre a vulnerabilidade humana e que um dia as pessoas amadas podem ir embora. “Não deve haver segredos. Todos nós precisamos elaborar os lutos decorrentes de nossas perdas”, diz Mariana.

Troca de conhecimentos

Por passarem mais tempos juntos, avós e netos também precisam lançar mão da criatividade e de disposição para que a convivência não se resuma a horas sentados na frente da televisão ou em longos silêncios. A troca de conhecimentos típicos de cada geração é o antídoto anti-monotonia para possíveis situações como essas.

Por parte dos mais velhos, é possível resgatar brincadeiras típicas da infância, como peteca, três marias, bolinha de gude e xadrez, que valorizam um período da vida do idoso e permitem aos netos conhecer outras formas de diversão que não o computador e o videogame. A tecnologia, no entanto, não é um problema – pode ser uma aliada.

Como o objetivo é permitir que ambos aprendam, os netos também podem ensinar os avós a navegar na internet, criar um perfil nas redes sociais, manusear o celular ou pagar contas e fazer compras on-line. A terapeuta familiar Eneida Ludgero observa que ambas as gerações têm muito a contribuir. “Os netos trazem para a vida dos avós uma perspectiva de renovação e crescimento, e os avós trazem sabedoria e experiência. Essa troca é extremamente positiva.”

Experiência e renovação

E quando se fala em experiência, todo esse conhecimento adquirido em seis, sete ou oito décadas de vida pode ser aproveitado até mesmo para fins de formação. Quem tem hoje esta idade viveu desde a discussão da lei do divórcio e o auge do movimento feminista até a ditadura militar e o surgimento da pílula anticoncepcional. Por que não aproveitar esse conhecimento e essa vivência para auxiliar os pequenos com a tarefa de casa e até mesmo discutir a mudança de costumes e a noção de tradição versus renovação?

Quando os netos chegam contando o que aprenderam na escola, essa é uma boa hora para o avô, que muitas vezes supervisiona a lição de casa, contar como era o ensino naquela época e, caso ele tenha vivido o período estudado, relatar como episódios maiores da História influenciaram o cotidiano de pessoas comuns. Isso, de acordo com a gerontóloga Mariana Calabresi, aproxima a família e valoriza a experiência de vida dos mais velhos.

Isso é importante até mesmo para que os avós possam refletir sobre princípios dos quais não se deve abrir mão e quais ideias devem se adaptar à nova realidade – que envolve até mesmo a forma de se educar os mais novos. O pediatra Leonardo Posternak, autor de O livro dos Avós, avalia que é importante valorizar a bagagem adquirida com o passar dos anos, porém, sem glorificar demais a forma como se vivia antes, sob o risco de se parar no tempo. “Cada geração tem seus erros e acertos.”

retirado do Jornal Gazeta do Povo

quinta-feira, 21 de julho de 2011

férias-






Legal, dia 15 de julho foi um dia agradável, meu irmão mora em Foz do Iguaçu retornou para sua casa dia 18 .



terça-feira, 12 de julho de 2011

Reinicio das atualizações do meu blog

Estou muito feliz , depois de um tempo retorno aqui para contar um pouco do que penso do que gosto do que sou.
Meu tempo tem sido muito proveitoso com minha família, inclusive meu irmão que mora em Foz esta passando uns dias aqui em Curitiba.
Hoje quero deixar uma receita de Bolo de milho que fiz e deu certo é uma delicia e fácil de fazer:

Bolo de milho verde

2 colher (sopa) de margarina ou manteiga

1 colher (sopa) de fermento

1 xícara e ½ (chá) de fubá

2 xícara (chá) de açúcar

1 lata de milho verde com a água da conserva

1 garrafa de leite de coco

1 pitada de sal

3 ovos

Uma sugestão inicial àqueles que não são adeptos do coco é substituí-lo por ½ xícara (chá) de creme de leite mais ½ xícara (chá) de leite condensado, reduzindo a quantidade de açúcar para apenas uma xícara (chá). O resultado é tão bom quanto aquele conferido pelo leite de coco. Outra dica é o uso opcional do fubá tipo flocão, na mesma quantidade acima indicada, o qual confere maior leveza à massa. Bater inicialmente no liquidificador, o milho verde com a água da conserva. Logo em seguida, adicionar os demais ingredientes, inclusive o fermento, e continuar batendo por mais 5 minutos. Untar com manteiga e farinha de trigo, uma forma redonda de furo central ou circular de aproximadamente 25 cm de diâmetro. Aquecer o forno por cerca de 5 minutos e colocar a massa para assar em temperatura baixa, dessa forma o resultado será uniforme, ou seja, bem assado por dentro e amarelinho em cima. O bolo estará pronto quando ao se introduzir um palito na massa, ele sair praticamente seco, uma vez que a textura lembra a de um bolo mole.